Arquivos Mensais: Abril 2018

Preço dos imóveis sofre queda real de 0,38% em fevereiro

Fevereiro teve preços estáveis nos imóveis residenciais à venda. Veja o preço médio do metro quadrado à venda na sua cidade

Fonte: Exame.com Preço dos imóveis sofre queda real de 0,38% em fevereiro

 São Paulo – O preço dos imóveis residenciais à venda ficou estável em fevereiro, o que mostra que a esperada recuperação do mercado imobiliário está só começando. O Índice FipeZap, que acompanha o preço de imóveis anunciados para venda em 20 cidades brasileiras, sofreu uma leve queda de 0,05%

Ao considerar a inflação esperada para fevereiro, de 0,33%, o índice registrou queda real de 0,38% . A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta menor que o aumento generalizado dos preços, medido pelo IPCA.

Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.

O comportamento dos preços não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo Índice FipeZap. Oito  das vinte cidades apresentaram queda no preço de venda em fevereiro, com destaque para para Belo Horizonte (-0,41%), Niterói (-0,37%) e Distrito Federal (-0,36%). Entre os municípios que maior aumento de preço, estão São Caetano do Sul (+0,56%), Vila Velha (+0,51%) e Florianópolis (+0,34%).

O valor médio dos imóveis à venda anunciados nas 20 cidades encerrou janeiro valendo  7.549 reais por metro quadrado. Rio de Janeiro se manteve como a cidade mais cara do país, com metro quadrado médio de 9.686 reais.

Nos últimos 12 meses, o preço dos imóveis residenciais à venda acumulou queda de  0,72% e queda real, ao considerar a inflação, de 3,48%.

A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para venda e a variação dos preços nas 20 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap:

Cidade Preço médio do metro quadrado Variação do preço em fevereiro Variação do preço nos últimos 12 meses
Rio de Janeiro R$ 9.689 -0,34% -4,99%
São Paulo R$ 8.703 0,18% 1,56%
Distrito Federal R$ 7.814 -0,36% -2,67%
Niterói R$ 7.258 -0,37% -2,65%
Florianópolis R$ 6.870 0,34% 5,01%
Belo Horizonte R$ 6.395 -0,41% 0,86%
São Caetano do Sul R$ 5.985 0,56% 0,06%
Recife R$ 5.913 -0,09% 0,28%
Fortaleza R$ 5.872 -0,35% -2,34%
Curitiba R$ 5.756 0,23% 1,51%
Vitória R$ 5.736 0,14% 1,05%
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João Doria quer mudar lei de prédio alto em bairros

As alterações atendem demandas apresentadas pelo mercado imobiliário desde a aprovação da Lei de Zoneamento em 2016

Vista do horizonte de São Paulo

 São Paulo – Com o argumento de que é preciso adaptar as regras à realidade da cidade e incentivar a construção de novas moradias, a gestão do prefeito João Doria (PSDB) apresentou um projeto de “ajustes” na Lei de Zoneamento de São Paulo que pretende liberar prédios mais altos no miolo dos bairros, apartamentos maiores e com mais vagas de garagem nos chamados eixos de transporte e reduzir em 30% o valor da contrapartida paga pelas empresas para construírem acima do limite básico definido em lei.

As alterações atendem, em grande parte, demandas apresentadas pelo mercado imobiliário desde a aprovação da Lei de Zoneamento em 2016, na gestão Fernando Haddad (PT), e têm sido criticada por parte dos urbanistas por supostamente irem na contramão das diretrizes do Plano Diretor Estratégico, aprovado em 2014.

Esse documento definiu como premissa básica do desenvolvimento urbano da capital o adensamento nas áreas com infraestrutura consolidada e oferta de transporte público.

Entre as principais alterações propostas por Doria está a liberação de prédios sem limite de altura nas chamadas zona mista (ZM) e zona centralidade (ZC), que correspondem a cerca de 15% da área da cidade e ocupam grande parte dos chamados remansos, ou miolo dos bairros.

Pelas regras de 2016, nas zonas mistas, como parte de Perdizes (zona oeste) ou da Vila Mariana (zona sul), os novos edifícios não podem ter mais do que 28 metros de altura, ou oito andares. Nas zonas centralidade, chamadas de centro dos bairros, o limite atual é de 48 metros (16 andares). A medida não vale para as zonas estritamente residenciais, como parte dos Jardins, onde o limite continua sendo de dez metros.

Para que o construtor pleiteie esse acréscimo, contudo, a Prefeitura impôs algumas condições, como largura mínima de 12 metros da via onde o prédio será erguido, alargamento de calçada e proibição de vedar a fachada do imóvel com muro.

Na prática, como o coeficiente máximo de aproveitamento (o quanto se pode construir em metros quadrados) foi mantido nessas áreas em duas vezes a área total do terreno, a expectativa é de que os novos espigões nesses miolos de bairro não ultrapassem 20 andares, 12 a mais do que o limite atual.

Outra alteração proposta é a liberação definitiva de apartamentos maiores e mais vagas de garagem em prédios erguidos nas chamadas Zonas Eixo de Estruturação Urbana (ZEU), ao longo de grandes avenidas com oferta de transporte público.

Em 2016, após pressão do mercado imobiliário, a gestão Haddad aceitou liberar essa medida em caráter provisório, por três anos, por causa da crise econômica, e foi criticada por alguns urbanistas, que viam na decisão um desestímulo à política de adensamento dos grandes eixos de transporte, como estabelece o Plano Diretor.

Segundo a secretária municipal de Licenciamento e Urbanismo, Heloisa Proença, os ajustes mantêm as premissas do Plano Diretor e servem para adequar as regras de zoneamento à realidade da cidade e ajudar a baratear o preço dos imóveis.

“Flexibilizar o limite de gabarito (altura) no remanso (miolo) reduz o custo da produção e, consequentemente, o preço do imóvel para o consumidor final. Da mesma forma que permitir unidades maiores com vagas nos eixo traz uma adesão maior do mercado, que já trabalha com uma diversidade de produtos nessas regiões que mesclam diferentes perfis. Isso estimula a produção e vai de encontro com as diretrizes do Plano Diretor”, disse Heloisa.

Ainda com o intuito de “estimular o mercado”, a Prefeitura propõe reduzir em 30% o valor das outorgas onerosas pagas pelo construtor que quer erguer mais do que o limite básico definido para a região. Segundo a gestão, a Lei de Zoneamento dobrou o custo médio da contrapartida – de R$ 445,59 para R$ 1.084,15 por metro quadrado – e levou a queda de arrecadação com a outorga, de R$ 250 milhões em 2015 para menos de R$ 150 milhões no ano passado.

O vice-presidente de Assuntos Legislativos e Urbanismo Metropolitano do Sindicato da Habitação (Secovi), Ricardo Yazbek, elogiou os ajustes propostos, mas disse que a entidade vai pleitear uma redução ainda maior no valor da outorga. “Nossa sugestão é chegar a pelo menos 50% de redução porque o custo é altíssimo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  Fonte: Exame.com
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Caixa volta a financiar 70% do valor dos imóveis usados

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado.

  Na última terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas. Vale lembrar que essa é uma das linhas mais baratas oferecidas pelo banco, mas havia sido suspensa em junho do ano passado.

 Uma outra novidade é que a instituição voltou a aumentar o financiamento de 50 para 70% dos imóveis usados. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria, diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.

(Foto: Shuttersstock)

Linha Pró-Cotista

É bom lembrar, que a linha pró-cotista é a que atualmente cobra os menores juros, isso se você não faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O banco informou ainda que a modalidade foi reaberta na última terça-feira para os clientes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Conselho Curador do FGTS.

Essa modalidade de crédito é voltada para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e oferece taxas de juros que varia de 7,85% a 8,85% ao ano. Para ter acesso a essa modalidade, você precisa compro var, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS, não necessariamente consecutivos, ou o saldo em conta vinculado, de no mínimo 10% do valor da avaliação do imóvel. Além disso, você não pode se proprietário de imóvel no município ou região metropolitana onde mora ou trabalha e nem ser detentor de nenhum financiamento no SFH em qualquer parte do País, seja imóvel novo ou usado.

Vale ressaltar que o empréstimo pode ser pago em até 30 anos, se for um bem de até R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

Fonte: Zap Imóveis.

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Minha Casa abrange 78% dos lançamentos imobiliários desde 2008

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7% dos lançamentos, enquanto imóveis comerciais representaram 1,6%

Trabalhador da construção

As incorporadoras imobiliárias lançaram um total de 6,3 milhões de unidades entre 2008 e 2017, sendo que 77,8 por cento dentro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, mostrou estudo divulgado nesta terça-feira pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7 por cento dos lançamentos desde 2008 até agosto deste ano, enquanto imóveis comerciais representaram 1,6 por cento, destacou o economista da Fipe, Eduardo Zylberstajn, ao apresentar o estudo “Cadeia de valor e importância socioeconômica da incorporação imobiliária no Brasil”, em São Paulo.

Segundo Zylberstajn, o setor respondeu pela criação média de 1,9 milhão de empregos por ano em todo o país entre 2010 e 2017. “O pico da geração de empregos foi em 2014, quando foram gerados 2,5 milhões de vagas”, comentou o economista.

O estudo apontou, ainda, que a arrecadação de impostos com incorporação imobiliária e atividades relacionadas foi de 157,4 bilhões de reais entre 2010 e 2017, o equivalente a uma media de 19,7 bilhões de reais por ano. O auge também foi observado em 2014, quando o setor arrecadou 25,1 bilhões de reais.

Recuperação e distratos

O presidente Abrainc, Luiz Antonio França, disse no mesmo evento que a retomada da economia já pode ser percebida nos indicadores industriais e que as atividades de incorporação imobiliária e as reformas são cruciais para o Brasil sair da recessão.

“O governo está ciente dos problemas enfrentados e busca reduzir os custos… A reforma da previdência é o próximo marco dessa fase”, afirmou França durante o lançamento da campanha “Do mesmo lado”, na qual a entidade se posiciona “ao lado do crescimento do país”.

Ele disse, contudo, que as incorporadores e investidores do setor imobiliário precisam da regulamentação dos distratos para se sentirem seguros em aplicar dinheiro nos empreendimentos. “A regra trará recursos e segurança para os investimentos no setor”, disse França.

Fonte: Exame.com
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Feirão de imóveis deve aquecer mercado imobiliário de SP

Feirão “Viver Bem, Morar Melhor” teve início nesta sexta-feira e gerou expectativas para os empresários do setor.

Homem comprando imóvel

A segunda edição do feirão imobiliário Viver Bem, Morar Melhor deve movimentar em 2017 mais negócios do que em 2016, ajudando a aquecer o mercado, segundo expectativas de empresários do setor que participaram da abertura do evento na manhã desta sexta-feira, 20.

A economia brasileira está melhor do que no ano passado”, explicou o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antônio França, citando a queda dos juros e da inflação, além de uma incipiente criação de empregos. “Com a taxa de juros mais baixa, a prestação da casa própria fica mais acessível ao bolso dos consumidores”, completou.

França lembrou ainda que o déficit habitacional está na ordem de 6 milhões de imóveis no País, dos quais cerca de 1,5 milhão estão concentrados no Estado de São Paulo. “Há uma forte demanda por imóveis, especialmente entre a população de baixa renda.”

A segunda edição do feirão Viver Bem, Morar Melhor começou nesta sexta e vai até domingo, no centro de convenções São Paulo Expo, localizado na zona sul da cidade. Durante o evento, serão ofertados 25 mil imóveis novos, considerando unidades na planta, em obras e recém-construídas, na capital, região metropolitana, litoral e interior. A maioria dos apartamentos é destinada à população de baixa renda e é negociada por valores até R$ 220 mil.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), José Romeu Ferraz Neto, o feirão tem potencial para aquecer o mercado imobiliário, apesar das adversidades da economia brasileira. “Esse será um evento importante, especialmente neste momento de escassez de crédito imobiliário”, comentou Ferraz.

A edição de 2016 registrou a comercialização de 800 unidades. Esse montante corresponde a mais da metade das vendas médias dos últimos 12 meses na cidade de São Paulo, que estão em cerca de 1,8 mil unidades. A expectativa é de que a segunda edição do evento ganhe visibilidade e atraia mais visitantes. A primeira edição, em 2016, foi realizada no Ginásio do Ibirapuera, enquanto esta edição migrou para o São Paulo Expo, para aumentar a capacidade de atendimento ao público.

O feirão deste ano terá imóveis de 23 incorporadoras, que, segundo a organização do evento, se comprometeram a oferecer condições especiais de venda que podem reduzir as despesas com a compra do imóvel em até 10%, na comparação com uma aquisição regular nos estandes das empresas. Essa redução se dará pela oferta de descontos e custeio da documentação necessária para a transação, como registro do imóvel e pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

O evento é organizado pelo governo do Estado de São Paulo em parceria com as associações de empresas do mercado imobiliário.

Agentes da Caixa Econômica Federal também estão presentes no local para agilizar a análise de crédito e a concessão de financiamento imobiliário.

O governo do Estado de São Paulo concederá um subsídio chamado de “cheque moradia” de R$ 5 mil a R$ 40 mil para a compra do primeiro imóvel, no valor limite de R$ 220 mil, por servidores públicos estaduais (ativos ou inativos) com renda mensal até o limite de R$ 5.280. A ajuda também vale para as famílias que recebem o auxílio-moradia da CDHU. O restante da população também pode participar do feirão, mas não receberá subsídios.

“Nos comprometemos a liberar R$ 40 milhões em subsídios. É um dinheiro a fundo perdido para ajudar na aquisição da moradia. As pessoas não vão precisar pagar”, ressaltou o governador de SP, Geraldo Alckmin. Na primeira edição, os aportes do governo totalizaram R$ 18,4 milhões. “Além disso, o setor privado está dando a documentação quase de graça. É uma grande oportunidade para a compra do imóvel”, disse.

 
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Caixa reduz para 50% financiamento de imóveis usados

Essa é a segunda vez no ano que o banco anuncia mudanças

Parece que o sonho de comprar a casa própria está cada vez mais difícil. Desde o último dia 25 de setembro, a Caixa reduziu de 70 para 50% o teto para financiamento de imóveis usadas para qualquer linha.

Para que não lembra, essa é a segunda vez que a instituição restringe a linha de crédito para imóveis usados. Em agosto, o banco já havia reduzido de 80% para 70%.

financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

A nova regra vale para financiamentos feitos pelo sistema SAC (mais utilizado), no qual as parcelas do financiamento são decrescentes ao longo do tempo. Para o sistema Price, onde as parcelas permanecem iguais, o teto também caiu para 50%, antes era 60%.

Já para a compra de imóveis novos, o banco não fez nenhuma mudança. Em todas as linhas, o teto para financiamento se manteve de 80% se a opção for pelo sistema SAC ou de 70% se a opção for pelo sistema 70%.

O banco divulgou uma nota, onde anuncia que o financiamento de imóveis novos foi mantido, pois tem com o objetivo de “manter aquecida a indústria de construção civil do País, responsável por gera emprego e renda”.

financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

Vale relembrar, que são enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), os financiamentos de imóveis que custam até T% 95- mil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até R$ 800 mil para os demais estados.

No sistema SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), atende financiamentos de imóveis de mais de R$ 750 mil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de mais de R$ 650 mil em outros estados do País.

A linha Pró-Cotista permite o financiamento de imóveis novos de até R$ 1,5 milhão em todo o Brasil, e de imóveis usados de até R$ 950 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até R$ 800 mil nos demais estados até o fim de 2017, vale lembrar que essa linha está suspensa pelo banco até o ano que vem.

Já o programa Minha Casa Minha Vida, faz o financiamento de imóveis de até R$ 240 mil em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal para as famílias com renda de até R$ 6,5 mil por mês.

Fonte: ZAP imóveis

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Dicas para acelerar a venda do seu imóvel

Processo de negociação demora aproximadamente nove meses

venda de um imóvel

Assim como o processo de compra, a venda de um imóvel demora aproximadamente nove meses. Alguns aspectos importantes facilitam para acelerar a negociação. Coloque um preço competitivo, capriche nas fotos do seu anúncio e lembre-se do levantamento das certidões

Alguns aspectos que facilitam na venda do imóvel são:

  Tenha um preço competitivo: Não coloque um preço muito acima, a impressão de que  se você colocar um preço muito acima e depois dará um bom desconto, não é verdade provavelmente tem um imóvel a venda no mesmo prédio que o seu, e se tiver com preço competitivo receberá muito mais propostas.

   Capriche nas fotos: Foto é o item mais importante de um anúncio, se você coloca fotos boas o seu anuncio chama mais atenção e recebe mais contatos.

  Por fim lembre-se das certidões , é necessário uma série de certidões para que possa vender um imóvel, algumas delas podem ser antecipadas, se você tiver uma certidão na mão vc pode fazer desse fato um instrumento para a negociação ser mais rápida.

CEO do ZAP, Eduardo Schaeffer.

Fonte: Zap Imóveis

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Bairros verdes de São Paulo oferecem estrutura de serviços e melhor qualidade de vida

É possível encontrar lugares na capital paulista que proporcionam uma vida mais saudável, mas é preciso pagar um preço mais alto por isso

Para quem gosta de viver em uma cidade grande, mas não abre mão de estar perto da natureza, não precisa ficar dividido entre uma opção e outra, já que é possível conciliar as duas características na hora de escolher o lugar para morar. Em São Paulo, existem bairros com mais áreas verdes, onde existe a possibilidade de fazer proveito da conveniência de ter toda a estrutura de serviços e comércio no entorno, sem deixar de lado a busca por uma vida mais saudável em contato com um ar mais puro. Porém, além das vantagens, é preciso pagar um preço para ter essa comodidade.

São Paulo é uma cidade grande com todas as características inerentes a isso: trânsito, poluição, população grande, entre outras coisas. Porém, mesmo diante deste cenário, é possível encontrar brechas para se ter uma vida mais tranquila e saudável. E são muitas as vantagens de quem opta por morar em um bairro que tem mais áreas verdes. “São Paulo é uma cidade muito árida e os bairros mais verdes dão um ar mais acolhedor aos moradores, com mais beleza e tranquilidade”, afirma Rosângela Martinelli, conselheira do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP). “Ainda é possível encontrar lugares onde dá para ouvir passarinhos cantando ou ter a cúpula de uma árvore na janela do apartamento que fica no terceiro andar”, acrescenta.

Parque do Ibirapuera (Foto: Shutterstock)

De uma forma geral, os bairros verdes contam a facilidade de ter uma estrutura completa no entorno, como comércio e serviços: a escola dos filhos, a proximidade do trabalho, supermercados, farmácias e tudo que é preciso no dia a dia. Porém, eles também oferecem a possibilidade de manter contato com a natureza. “Eles dão a possibilidade de viver mais ao ar livre, ir aos parques e às praças, aproveitar as ciclovias, ou seja, de ter uma qualidade de vida melhor”, ressalta Rosângela Martinelli. Outro ponto levantado é a questão climática. “Neste tipo de bairro, existe mais sombra e o calor não é tão intenso”, diz.

Porém, por outro lado, quem deseja morar em um bairro com essas características, vai precisar de um investimento maior. “Os imóveis nesses bairros mais verdes e arborizados têm um preço mais alto. Mas, normalmente, quem procura um bairro mais arborizado para morar não se importa de pagar a mais por uma localização que ajuda no bem-estar”, acrescenta Rosângela.

Opções

É característica comum que existam áreas mais verdes nas regiões mais periféricas por haver menos construção. Porém, mesmo assim, é possível encontrar muitos bairros mais arborizados na região central de São Paulo. Principalmente os que se encontram próximos aos grandes parques da cidade. De uma forma geral, são regiões mais valorizadas justamente por ter essas características. “Além disso, são bairros de ocupação mista, que mesclam a questão residencial com a estrutura de serviço, comércio e lazer”, afirma Douglas Gerard, delegado seccional da Zona Sul do Creci-SP.

Parque Villa-Lobos (Foto: Shutterstock)

Os bairros próximos do Parque Ibirapuera, o principal da cidade, são apontados como os mais verdes na Zona Sul. Também acabam sendo mais valorizados do ponto de vista imobiliário. “Estar próximo de um parque encarece o preço do metro quadrado porque tudo se constitui no seu entorno”, diz Douglas Gerard. Ele lista Moema, o próprio bairro Ibirapuera, Jardim Paulista e Vila Nova Conceição como bairros com essas características. “Vila Nova Conceição, inclusive, é um dos bairros mais nobres porque a partir dele é possível vislumbrar a vista do Parque Ibirapuera. Não é muito grande, mas é muito procurado”, explica o delegado do Creci-SP.

De acordo com índice FipeZap de Venda referente ao mês de jul/17, o preço do metro quadrado na Vila Nova Conceição é de R$ 16. Os 5 bairros mais valorizados de SP variam de R$ 12.961 (Vila Olímpia) a R$ 16.480 (Vila Nova Conceição).

Já a Zona Oeste é beneficiada pelo Parque Villa Lobos e os bairros no entorno da região são considerados mais verdes. Rosângela Martinelli aponta Alto de Pinheiros e Pinheiros com essas características. Na região e próximos também do Ibirapuera estão os Jardim América e Jardim Europa. “Já o Butantã fica próximo do bosque da USP que também conta com uma grande área verde”, acrescenta a conselheira do Creci-SP.

(Foto: Shutterstock)

Alto de Pinheiros e Pinheiro são bairros que têm praticamente o mesmo valor do metro quadrado, segundo dados do ZAP de jul/17. No primeiro, o valor é deR$ 11.176, enquanto no segundo, o preço sai por R$ 10.645. Já o Butantã é o bairro que registra o valor mais acessível ao bolso, por R$ R$ 5.870.

Área verde

Os bairros de São Paulo são divididos em suprefeituras, ou seja, um agrupamento de bairros. E a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente fez um levantamento, em 2011, do índice de área verde pública por habitante, isso significa que o levantamento mostra quantos metros quadrados de área verde existe em cada subprefeitura por habitante. A subprefeitura de Pinheiros, que, entre os bairros citados acima, agrega Jardim América, Jardim Europa, Pinheiros, Jardim Paulista e Alto de Pinheiros, tem índice de 5,26 metros quadrados de área verde pública por habitante. Já a subprefeitura de Vila Mariana, com os bairros Vila Nova Conceição, Ibirapuera e Moema, tem índice de 5,14. Já a subprefeitura Butantã, que tem o bairro de mesmo nome, tem índice de 3,30.

Fonte: Zap Imóveis

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Índice FipeZAP registra queda nominal pelo sexto mês consecutivo

 Com o resultado de agosto (-0,12%), imóveis residenciais acumulam recuo de 0,5% no preço médio de venda em 2017.

 

 Segundo dados divulgados pelo Índice FipeZAP, o preço do metro quadrado do imóvel manteve trajetória de queda pelo sexto mês consecutivo, recuando 0,12% entre julho e agosto. O resultado do último mês implica queda acumulada de 0,5% no preço dos imóveis residenciais, em boa medida, por conta do recuo nos preços em cidades, como Fortaleza, Rio de Janeiro e Niterói. Considerando-se que a inflação esperada IPCA/IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é de 0,44% para o mês de agosto e de 1,87%, no acumulado no ano, o Índice FipeZAP aponta queda real do preço de venda dos imóveis residenciais nos dois horizontes temporais.

Individualmente, 14 das 20 cidades pesquisadas apresentaram recuo no preço de venda dos entre julho e agosto, com destaque para Distrito Federal (-0,58%), Rio de Janeiro (-0,53%) e Goiânia (-0,49%). Já entre as cidades monitoradas que registraram aumento nominal de preço médio no período, as maiores variações foram observadas em Florianópolis (+0,66%), Recife (+0,46%) e São Paulo (+0,18%).

Considerando os últimos 12 meses, a pesquisa manteve-se praticamente estável (-0,07%). Nesse horizonte de análise, 11 das 20 cidades pesquisadas apresentam recuo nominal no preço de venda, com destaque para Fortaleza (-3,24%), Rio de Janeiro (-2,94%) e Distrito Federal (-2,75%). Por outro lado, entre as cidades que registram alta no preço médio de venda, apenas em Belo Horizonte (+5,13%) e Florianópolis (+3,03%) as variações observadas superaram a inflação acumulada no período. Como resultado, o preço médio de venda de imóveis residenciais nas 20 cidades analisadas acumula queda real de 2,71% nos últimos 12 meses.

Em agosto, o valor médio de venda dos imóveis residenciais nas 20 cidades monitoradas foi de R$ 7.643/m². Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o m² mais caro do país (R$ 9.975), seguida por São Paulo (R$ 8.696) e Distrito Federal (R$ 8.297). Já as cidades com menor valor médio por m²  foram Contagem (R$ 3.530), Goiânia (R$ 4.098) e Vila Velha (R$ 4.642).

  Fonte: Zap Imóveis    
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Minha Casa puxa expansão do mercado imobiliário

Enquanto os negócios seguem aquecidos no setor popular, o setor de médio e alto padrões ainda enfrenta barreiras e encolhe.

casa com lupa

O mercado imobiliário deu sinais de recuperação na primeira metade de 2017, com avanço nos lançamentos e nas vendas de imóveis pelas principais construtoras do País. O crescimento, porém, é marcado por um desequilíbrio. Enquanto os negócios seguem aquecidos no setor popular, com empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), o setor de médio e alto padrões ainda enfrenta barreiras e encolhe.

Levantamento do Estadão/Broadcast com base nos relatórios operacionais de oito empresas listadas na Bolsa (Cyrela, Even, Eztec, Gafisa, Rodobens, MRV, Direcional e Tenda) mostra que os lançamentos totalizaram R$ 5,14 bilhões no primeiro semestre, 10% mais que no mesmo período do ano passado. As vendas líquidas atingiram R$ 5,19 bilhões, alta de 16%.

Os dados não consideram empresas como Tecnisa, Rossi e PDG Realty, que divulgarão seus números nas próximas semanas, com o balanço financeiro.

O avanço no semestre foi encabeçado por MRV, Tenda e Direcional, cujos projetos estão enquadrados no MCMV. Os lançamentos das três companhias alcançaram R$ 3,70 bilhões, alta de 22% na comparação anual, além de responderem por 72% dos lançamentos do grupo de companhias listadas. As vendas do trio atingiram R$ 3,33 bilhões, alta de 22% e equivalente a 64% dos negócios do grupo.

Em parte, a bonança do setor se deve à atualização das regras do MCMV, que ampliou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil o limite da renda dos consumidores que podem adquirir uma moradia do programa. Outro fator positivo é a oferta de financiamento com taxas reduzidas, graças a recursos do FGTS: a taxa gira em torno de 7% a 8% ao ano – para a compra de moradias com preços mais altos as taxas ficam em torno de 10% ao ano.

No médio e alto padrão, o cenário é distinto. Os lançamentos consolidados de Cyrela, Even, Eztec, Gafisa e Rodobens foram de R$ 1,44 bilhão no semestre, retração de 13% ante 2016. As vendas totalizaram R$ 1,85 bilhão, alta de 7%. “A perspectiva permanece desafiadora, numa combinação de baixa oferta de crédito barato, queda nos preços e volume elevado de estoques”, afirma o analista Gustavo Cambaúva, que assina relatório do banco BTG Pactual.

O presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antônio França, vê chances de uma recuperação continuada do setor, mas pondera que a volta de um crescimento mais firme ainda é incerta.

Fonte: Exame.com
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