Arquivos Mensais: Março 2014

Por que esta é uma boa hora para comprar imóvel

O cenário pela frente é favorável: combina financiamentos com juros baixos e imóveis com preços ainda estáveis. Entenda…

São Paulo – Quem está em busca de um imóvel para morar encontra um cenário favorável pela frente: a combinação de financiamentos com juros baixos e imóveis com preços ainda estáveis. As vendas do mercado imobiliário ensaiam uma recuperação, mas o movimento ainda é morno, o que pode gerar chances de barganha para o consumidor. Imóvel; imóveis Os lançamentos de imóveis novos cresceram 23,3% nos últimos 12 meses, enquanto as vendas subiram somente 8% no mesmo no mesmo período, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Isso significa que ainda há estoques e oportunidades de negociação diante de um mercado reprimido. Além dos preços, as condições de financiamento também estão atraentes. Os bancos reduziram as taxas do financiamento imobiliário, uma reação à queda nos juros da Caixa e à manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em sua mínima histórica, 6,50% ao ano. A taxa média do financiamento imobiliário em abril era de 8,1% ao ano, segundo o Banco Central. Taxas baixas devem impulsionar os financiamentos imobiliários, que devem crescer 10% este ano, segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto Duarte de Abreu Filho. “É uma sinalização positiva de retomada, mas ainda não é um número para celebrar. A recuperação vai ser mais lenta do que imaginávamos”, diz. As taxas baixas devem durar pouco tempo. “Diante das incertezas no cenário político e econômico, o mercado espera que os juros voltem a subir em 2019 e isso vai influenciar o mercado imobiliário”, explica o economista da Fipe Bruno Oliva. Volta da inflação, aumento dos juros nos Estados Unidos, alta do dólar e eleições são fatores que podem levar o Banco Central a subir os juros novamente. Já os preços dos imóveis devem se manter estáveis até o ano que vem, segundo Oliva, diante da falta de confiança dos consumidores na economia e da recuperação devagar do mercado imobiliário. “Não é preciso correr, mas há possibilidades de encontrar bons negócios para quem procurar com calma. Mesmo que a economia volte a crescer, os preços dos imóveis vão demorar mais para subir do que os preços de outros ativos”, diz Oliva. A tendência é que as boas oportunidades de negócio diminuam com o tempo, já que os estoques estão cada vez menores, como aponta o executivo do grupo Ourinvest Nelson Campos. “Ainda que o cenário não esteja consolidado, é momento para olhar os imóveis com carinho”, diz.

Momento é bom só para quem se planejou

Apesar do bom momento, só é favorável comprar um imóvel agora para quem se planejou financeiramente, isto é, juntou o valor da entrada. Os bancos privados exigem 20% do valor do imóvel de entrada, no mínimo, e a Caixa, 30%. Porém, para a parcela do financiamento ser equivalente ao custo mensal do aluguel, é recomendável dar uma entrada de 50%, pelo menos. “Na maioria dos casos, a prestação vai custar até três vezes o valor do aluguel, se você não se planejar para dar uma entrada maior”, explica o especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata, fundador dos sites Canal do Crédito e Resale. Além disso, para financiar um imóvel, é preciso ter uma vida financeira estável, com alguma previsibilidade no emprego.

Como fechar o melhor negócio

Com o aumento dos estoques de imóveis das incorporadoras, as melhores oportunidades de negócio podem estar em imóveis novos, não mais em usados, como antigamente. Mas é melhor garimpar antes de excluir possibilidades. O momento é para barganhar. Os descontos médios são de 10%, segundo Prata. Vale sondar com moradores e corretores se o prédio tem problemas ou se a taxa de condomínio é alta, por exemplo. Também é importante pensar se o perfil e a localização do imóvel se encaixam nos seus planos. “Nunca assine a compra de cara, no estande de vendas. Controle a empolgação”, orienta Prata. Ao escolher o financiamento do banco, compare o Custo Efetivo Total (CET), que inclui o valor de todas as taxas além dos juros, e propostas de todos os bancos. A pesquisa dá trabalho, mas é importante para reduzir o valor das prestações. Fonte: Exame.com  
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População paulistana contribuiria para a despoluição do Rio Tietê

Rios e parques foram avaliados como importantes recursos para qualidade de vida na cidade e valorização indireta dos imóveis.

O rio Tietê é umas das primeiras paisagens para quem chega em São Paulo. Com 56 metros de largura e 26 km de leito canalizado dentro de São Paulo, o rio não é uma paisagem agradável. Com cheiro de esgoto e o aspecto sujo mostram que o rio está morto.

Segundo pesquisa realizada pelo Grupo ZAP Viva Real, 68% dos entrevistados aceitaria pagar alguma contribuição mensal (21% até R$ 5; 25% de R$ 10 a R$ 20; 22% acima de R$ 20) para o melhor cuidado do rio Tietê. Os outros 32% entendem que a despoluição deve ser financiada pelos impostos já pagos pelos contribuintes.

Rio Tietê (Foto: Shutterstock)

A pesquisa mostra que além de oferecer mais bem-estar (92% dos respondentes afirmam se incomodar com o odor e coloração dos rios poluídos da cidade), 82% dos entrevistados afirmam que se o rio mais próximo de seu imóvel fizesse parte de um programa de despoluição, sua casa ou apartamento automaticamente seria valorizado.

Com 363 entrevistados sobre o impacto que parques trazem para a cidade de São Paulo. Os resultados mostram que 97% dos ouvidos apontam potencial de melhoria para todos os parques da capital paulistana e que 62% costumam frequentar as áreas verdes das regiões onde residem. Por isso, 60% dos entrevistados acreditam que, com revitalizações nestes locais de lazer, os imóveis próximos tenderiam a valorizar, em média, 19%.

“Ao fazermos esta análise, identificamos potencial de arrecadação relevante para a revitalização de parques e rios paulistanos – o que pode refletir, ainda, em aumento de bem-estar a todos que moram e passam pelos rios da cidade”, aponta Lucas Vargas, CEO do Grupo ZAP Viva Real. Nesse sentido, 44% das pessoas entrevistadas não pagariam nada a mais para a revitalização dos parques, mas 56% fariam uma contribuição voluntária para melhorar essas áreas. E, do total de pessoas que pagariam, 73% contribuiria com até R$ 5.

Fonte: Zap Imóveis

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Feirão da Caixa oferece 202.000 imóveis a partir de sexta-feira

Quinze cidades brasileiras vão receber evento da casa própria; taxa de juros mais baixas é um dos atrativos para este ano.

A Caixa Econômica Federal realiza neste mês a 14ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria. O evento ocorre em quinze cidades brasileiras e neste ano contará com 202.000 imóveis, entre novos e usados – as unidades serão ofertadas em todas as modalidades de crédito habitacional do banco.

A abertura será na próxima sexta-feira nas cidades de São Paulo (SP), Salvador (BA) e Porto Alegre (RS) e vai até o domingo, 6. Durante os dois primeiros dias, sexta-feira e sábado, o evento acontecerá entre as 10 e as 20 horas. No domingo, o horário será das 10 às 18 horas, exceto em Brasília que funcionará entre as 8 e as 12 horas. A entrada é gratuita.

No período de 18 a 20 de maio, o evento acontece em Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA) e Uberlândia (MG). No fim de semana seguinte, de 25 a 27 de maio, é a vez de Brasília (DF), Belém (PA), Campinas (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Recife (PE).

Em um mesmo espaço, o visitante pode encontrar um imóvel, simular o valor da prestação e assinar o contrato de financiamento. Para requerer o crédito da casa própria durante o evento é necessário levar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e residência atualizados.

“O Feirão da Casa Própria tem se mostrado uma grande oportunidade para reunir em um só ambiente todos os principais agentes do mercado imobiliário, possibilitando dessa forma, além da concretização de milhares de negócios, a interação entre quem quer comprar, quem quer vender e a Caixa, que detém quase 70% do crédito imobiliário do país para financiar a realização do sonho da casa própria”, diz Paulo Antunes de Siqueira, vice-presidente interino de habitação do banco.

Feirão da Caixa começa amanhã em SP e vai até dia 4 de maio

A aprovação do financiamento é baseada nas informações do perfil do cliente, como renda, capacidade de pagamento e ausência de restrições cadastrais. Os interessados também podem obter informações nas agências da Caixa, no site www.caixa.gov.br ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101).

Podem ser financiados imóveis de 50.000 reais a 1,5 milhão de reais, dependendo da renda do comprador.

Menos juros

Uma das novidades deste ano é a redução dos juros, graças à rivalidade entre os bancos pelo crédito habitacional. A Caixa diminuiu em até 1,25 ponto porcentual as taxas do crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os porcentuais mínimos passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano, para unidades enquadradas no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

“Além da redução das taxas de juros, teremos novas medidas que permitem maiores possibilidades de negócios no Feirão, como por exemplo o aumento da quota para financiar os imóveis usados de 50% para 70% e o financiamento para imóveis de empreendimentos financiados por outras instituições financeiras, os chamados intervenientes quitantes”, diz o vice-presidente interino de habitação do banco.

Neste ano, o evento vai reunir 1.600 empregados da instituição financeira, 422 correspondentes imobiliários, 559 construtoras e 124 imobiliárias para oferecer 179.000 imóveis novos e 23.000 usados. No ano passado foram ofertados 223 .000 imóveis e  foram fechados 13,1 bilhões de reais em negócios realizados durante e logo após o Feirão.

Fonte: Veja.com

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Caixa terá nova taxa de juros no crédito imobiliário, diz novo presidente

Movimento de corte de juros vem com atraso em relação aos concorrentes privados e não levará o banco a oferecer, novamente, as taxas mais baixas do mercado.

A Caixa Econômica Federal vai reduzir ainda neste mês os juros do crédito imobiliário que utiliza recursos da caderneta de poupança. O corte, no entanto, não levará o banco a oferecer, novamente, as taxas mais baixas do mercado. “Não podemos botar banca se não tivermos condição”, disse Nelson Antônio de Souza, novo presidente da instituição financeira, em sua primeira entrevista desde que assumiu o comando do banco há uma semana no lugar de Gilberto Occhi, que foi deslocado para o Ministério da Saúde.

O movimento da Caixa de cortar os juros para o financiamento da casa própria vem com atraso em relação aos concorrentes privados que começaram a reduzir as taxas à medida em que o Banco Central cortou a Selic, taxa básica de juros da economia. Entre os maiores bancos do país, a Caixa é o único que ainda cobra juros de dois dígitos no crédito imobiliário.

A redução já estava em estudo na gestão de Occhi, mas foi impulsionada com a recente decisão do BC de diminuir os depósitos compulsórios – dinheiro que os bancos são obrigados a deixar parado no Banco Central, sem poder usar para novos empréstimos, por exemplo.

Fonte: Veja.com

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Entenda as diferenças entre condomínio e loteamento fechado

Enquanto no primeiro toda a área pertence aos moradores, no segundo os espaços comuns são considerados públicos.

No condomínio, todo o terreno pertence aos moradores, se diferenciando apenas os espaços privados do de uso comum, coletivo (cada morador tem uma fração dele). Nesse caso, há cobrança da taxa de manutenção mensal e o local é de entrada restrita. Já nos loteamentos, apenas a área do lote é de quem mora. As demais, são subordinadas à prefeitura do município.

“Cada loteamento terá sua forma de constituição e administração, a depender do estatuto aprovado. O acesso de pessoas estranhas deve ser controlado, mas não proibido, pois as ruas internas são públicas”, explica o diretor jurídico da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), José Roberto Graiche Júnior.

O advogado Fernando Augusto Zito, especialista em Direito Condominial, afirma que, nos condomínios, para cada tipo de obra é necessário fazer reunião e respeitar o quórum (número mínimo de moradores que aprovam) previsto na legislação. Nos loteamentos, não existe essa necessidade.

“O corretor deve explicar ao cliente em potencial as características de cada empreendimento, sua forma de contribuição mensal e também deixar muito claro que, mesmo sendo distintos, nos dois existem regras que devem ser seguidas”, diz Zito.

O arquiteto Daniel Szego, sócio da SZK Arquitetura, explica que nos loteamentos pode ser criada uma associação, com objetivo de elaborar um regulamento aprovado por todos. “Nos loteamentos, a iluminação e as ruas, por exemplo, são mantidas pela prefeitura. Mas a portaria fica sob responsabilidade dessa associação”.

Segurança

José Roberto Graiche Júnior pontua que o loteamento é mais seguro do que um bairro aberto, mas tudo depende da forma de segurança contratada. “Deve haver um controle rigoroso de entrada de pessoas estranhas ao empreendimento, sistema de câmeras etc”. Daniel Szego concorda: “mesmo não podendo proibir a entrada de qualquer pessoa, ele possui controle e vigilância maiores”.

A insegurança jurídica é o que preocupa Fernando Augusto Zito. “Parte da doutrina jurídica entende que o loteamento fechado é inconstitucional, pois interfere no direito de ir e vir de pessoas não vinculadas a ele. Existem inúmeros pedidos de fechamento de loteamentos”.

Fonte: Zap Imóveis.

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Cohousing ou co-lares para idosos: moradias com laços afetivos

Conceito prevê conjunto de casas independentes que compartilhem áreas comuns para criar vínculos com vizinhos

Cada um tem a sua casa, mas todos os vizinhos compartilham espaços, criam regras e se ajudam. O que os une são laços afetivos criados por interesses comuns. Esse é o conceito de cohousing, ainda pouco conhecido no Brasil, mas que vem despertando interesse, especialmente dos idosos. A ideia é que grupos com os mesmos objetivos construam vilas ou condomínios para viverem juntos e uns cuidarem dos outros.

Há décadas a arquiteta e urbanista Lilian Avivia Lubochinski, de 69 anos, moradora de São Paulo, estuda modelos de construções para a terceira idade. Há alguns anos ela vem unindo grupos de idosos com interesse em cohousing (que ela chama em português de co-lares) para colocar em prática o conceito.

“Co-lares é quando você mora na sua própria casa, seus vizinhos são seus amigos, que compartilham de valores e de objetivos, e todos têm alguns lugares onde convivem, que são de propriedade colaborativa. O que se deseja em co-lares é a qualidade da relação com os vizinhos, de confiança, amizade e familiaridade. O coração da coisa é a arquitetura social”, diz Lilian.

Segundo a arquiteta, há confusão com o nome cohousing, que é usado de uma maneira generalizada. Ela explica que existem duas classes urbanas de moradias colaborativas. A primeira é uma casa grande, onde um grupo vai morar, chamada de casa compartilhada ou co-lar. A segunda, que ela defende, é a co-lares, que são conjuntos de lares colaborativos.

“O tempo mínimo para um projeto acontecer com segurança é de três anos. Vai levar um ano trabalhando o grupo, determinando desejos, contratos internos, decidindo potência financeira, dimensionamento, criando confiança”.

O segundo ano, diz ela, serve para comprar o imóvel e fazer o projeto arquitetônico, iniciando a etapa participativa com a comunidade. E dar entrada no pedido de aprovação na prefeitura local, assim como escolher a construtora. “Pensamos em um tempo ágil de mais um ano para a construção”.

Alternativa interessante

A psicóloga e gerontóloga Margherita de Cassia Mizan, de 57 anos, acredita que cohousing é uma solução interessante para idosos, que estão cada dia mais independentes e não querem morar com filhos. Segundo ela, hoje eles só tem como alternativa as instituições de longa permanência (antigos asilos), mas ficar em um local onde possam estabelecer vínculos e ainda ter os cuidados necessários, seria muito melhor.

“Cohousin é como se fosse um vilarejo, um condomínio com todos os serviços voltados a atender as necessidades do envelhecimento. Já existe em alguns países do mundo e não só para idosos, mas também outros grupos que tenham outras necessidades. As pessoas vão por afinidades”, detalha.

Segundo a psicóloga, cada idoso tem sua característica e nem sempre os condomínios tradicionais, em sua infraestrutura, estão preparados para atendê-los. Assim como não há estímulo de relacionamento com os vizinhos.

“O fato de você ter pessoas para se relacionar, que entendam o momento que você está passando é importante. O princípio básico de cohousing é que as pessoas ali tenham alguma coisa que as conectem. Os laços afetivos são importantes quando você está bem e saudável, imagina quando está mais fraco, fragilizado e vulnerável”, diz Margherita.

Fonte: Zap Imóveis

 
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Preço dos imóveis sofre queda real de 0,38% em fevereiro

Fevereiro teve preços estáveis nos imóveis residenciais à venda. Veja o preço médio do metro quadrado à venda na sua cidade

Fonte: Exame.com Preço dos imóveis sofre queda real de 0,38% em fevereiro

 São Paulo – O preço dos imóveis residenciais à venda ficou estável em fevereiro, o que mostra que a esperada recuperação do mercado imobiliário está só começando. O Índice FipeZap, que acompanha o preço de imóveis anunciados para venda em 20 cidades brasileiras, sofreu uma leve queda de 0,05%

Ao considerar a inflação esperada para fevereiro, de 0,33%, o índice registrou queda real de 0,38% . A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta menor que o aumento generalizado dos preços, medido pelo IPCA.

Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.

O comportamento dos preços não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo Índice FipeZap. Oito  das vinte cidades apresentaram queda no preço de venda em fevereiro, com destaque para para Belo Horizonte (-0,41%), Niterói (-0,37%) e Distrito Federal (-0,36%). Entre os municípios que maior aumento de preço, estão São Caetano do Sul (+0,56%), Vila Velha (+0,51%) e Florianópolis (+0,34%).

O valor médio dos imóveis à venda anunciados nas 20 cidades encerrou janeiro valendo  7.549 reais por metro quadrado. Rio de Janeiro se manteve como a cidade mais cara do país, com metro quadrado médio de 9.686 reais.

Nos últimos 12 meses, o preço dos imóveis residenciais à venda acumulou queda de  0,72% e queda real, ao considerar a inflação, de 3,48%.

A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para venda e a variação dos preços nas 20 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap:

Cidade Preço médio do metro quadrado Variação do preço em fevereiro Variação do preço nos últimos 12 meses
Rio de Janeiro R$ 9.689 -0,34% -4,99%
São Paulo R$ 8.703 0,18% 1,56%
Distrito Federal R$ 7.814 -0,36% -2,67%
Niterói R$ 7.258 -0,37% -2,65%
Florianópolis R$ 6.870 0,34% 5,01%
Belo Horizonte R$ 6.395 -0,41% 0,86%
São Caetano do Sul R$ 5.985 0,56% 0,06%
Recife R$ 5.913 -0,09% 0,28%
Fortaleza R$ 5.872 -0,35% -2,34%
Curitiba R$ 5.756 0,23% 1,51%
Vitória R$ 5.736 0,14% 1,05%
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João Doria quer mudar lei de prédio alto em bairros

As alterações atendem demandas apresentadas pelo mercado imobiliário desde a aprovação da Lei de Zoneamento em 2016

Vista do horizonte de São Paulo

 São Paulo – Com o argumento de que é preciso adaptar as regras à realidade da cidade e incentivar a construção de novas moradias, a gestão do prefeito João Doria (PSDB) apresentou um projeto de “ajustes” na Lei de Zoneamento de São Paulo que pretende liberar prédios mais altos no miolo dos bairros, apartamentos maiores e com mais vagas de garagem nos chamados eixos de transporte e reduzir em 30% o valor da contrapartida paga pelas empresas para construírem acima do limite básico definido em lei.

As alterações atendem, em grande parte, demandas apresentadas pelo mercado imobiliário desde a aprovação da Lei de Zoneamento em 2016, na gestão Fernando Haddad (PT), e têm sido criticada por parte dos urbanistas por supostamente irem na contramão das diretrizes do Plano Diretor Estratégico, aprovado em 2014.

Esse documento definiu como premissa básica do desenvolvimento urbano da capital o adensamento nas áreas com infraestrutura consolidada e oferta de transporte público.

Entre as principais alterações propostas por Doria está a liberação de prédios sem limite de altura nas chamadas zona mista (ZM) e zona centralidade (ZC), que correspondem a cerca de 15% da área da cidade e ocupam grande parte dos chamados remansos, ou miolo dos bairros.

Pelas regras de 2016, nas zonas mistas, como parte de Perdizes (zona oeste) ou da Vila Mariana (zona sul), os novos edifícios não podem ter mais do que 28 metros de altura, ou oito andares. Nas zonas centralidade, chamadas de centro dos bairros, o limite atual é de 48 metros (16 andares). A medida não vale para as zonas estritamente residenciais, como parte dos Jardins, onde o limite continua sendo de dez metros.

Para que o construtor pleiteie esse acréscimo, contudo, a Prefeitura impôs algumas condições, como largura mínima de 12 metros da via onde o prédio será erguido, alargamento de calçada e proibição de vedar a fachada do imóvel com muro.

Na prática, como o coeficiente máximo de aproveitamento (o quanto se pode construir em metros quadrados) foi mantido nessas áreas em duas vezes a área total do terreno, a expectativa é de que os novos espigões nesses miolos de bairro não ultrapassem 20 andares, 12 a mais do que o limite atual.

Outra alteração proposta é a liberação definitiva de apartamentos maiores e mais vagas de garagem em prédios erguidos nas chamadas Zonas Eixo de Estruturação Urbana (ZEU), ao longo de grandes avenidas com oferta de transporte público.

Em 2016, após pressão do mercado imobiliário, a gestão Haddad aceitou liberar essa medida em caráter provisório, por três anos, por causa da crise econômica, e foi criticada por alguns urbanistas, que viam na decisão um desestímulo à política de adensamento dos grandes eixos de transporte, como estabelece o Plano Diretor.

Segundo a secretária municipal de Licenciamento e Urbanismo, Heloisa Proença, os ajustes mantêm as premissas do Plano Diretor e servem para adequar as regras de zoneamento à realidade da cidade e ajudar a baratear o preço dos imóveis.

“Flexibilizar o limite de gabarito (altura) no remanso (miolo) reduz o custo da produção e, consequentemente, o preço do imóvel para o consumidor final. Da mesma forma que permitir unidades maiores com vagas nos eixo traz uma adesão maior do mercado, que já trabalha com uma diversidade de produtos nessas regiões que mesclam diferentes perfis. Isso estimula a produção e vai de encontro com as diretrizes do Plano Diretor”, disse Heloisa.

Ainda com o intuito de “estimular o mercado”, a Prefeitura propõe reduzir em 30% o valor das outorgas onerosas pagas pelo construtor que quer erguer mais do que o limite básico definido para a região. Segundo a gestão, a Lei de Zoneamento dobrou o custo médio da contrapartida – de R$ 445,59 para R$ 1.084,15 por metro quadrado – e levou a queda de arrecadação com a outorga, de R$ 250 milhões em 2015 para menos de R$ 150 milhões no ano passado.

O vice-presidente de Assuntos Legislativos e Urbanismo Metropolitano do Sindicato da Habitação (Secovi), Ricardo Yazbek, elogiou os ajustes propostos, mas disse que a entidade vai pleitear uma redução ainda maior no valor da outorga. “Nossa sugestão é chegar a pelo menos 50% de redução porque o custo é altíssimo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  Fonte: Exame.com
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Caixa volta a financiar 70% do valor dos imóveis usados

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado.

  Na última terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas. Vale lembrar que essa é uma das linhas mais baratas oferecidas pelo banco, mas havia sido suspensa em junho do ano passado.

 Uma outra novidade é que a instituição voltou a aumentar o financiamento de 50 para 70% dos imóveis usados. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria, diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.

(Foto: Shuttersstock)

Linha Pró-Cotista

É bom lembrar, que a linha pró-cotista é a que atualmente cobra os menores juros, isso se você não faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O banco informou ainda que a modalidade foi reaberta na última terça-feira para os clientes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Conselho Curador do FGTS.

Essa modalidade de crédito é voltada para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e oferece taxas de juros que varia de 7,85% a 8,85% ao ano. Para ter acesso a essa modalidade, você precisa compro var, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS, não necessariamente consecutivos, ou o saldo em conta vinculado, de no mínimo 10% do valor da avaliação do imóvel. Além disso, você não pode se proprietário de imóvel no município ou região metropolitana onde mora ou trabalha e nem ser detentor de nenhum financiamento no SFH em qualquer parte do País, seja imóvel novo ou usado.

Vale ressaltar que o empréstimo pode ser pago em até 30 anos, se for um bem de até R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

Fonte: Zap Imóveis.

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Minha Casa abrange 78% dos lançamentos imobiliários desde 2008

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7% dos lançamentos, enquanto imóveis comerciais representaram 1,6%

Trabalhador da construção

As incorporadoras imobiliárias lançaram um total de 6,3 milhões de unidades entre 2008 e 2017, sendo que 77,8 por cento dentro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, mostrou estudo divulgado nesta terça-feira pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7 por cento dos lançamentos desde 2008 até agosto deste ano, enquanto imóveis comerciais representaram 1,6 por cento, destacou o economista da Fipe, Eduardo Zylberstajn, ao apresentar o estudo “Cadeia de valor e importância socioeconômica da incorporação imobiliária no Brasil”, em São Paulo.

Segundo Zylberstajn, o setor respondeu pela criação média de 1,9 milhão de empregos por ano em todo o país entre 2010 e 2017. “O pico da geração de empregos foi em 2014, quando foram gerados 2,5 milhões de vagas”, comentou o economista.

O estudo apontou, ainda, que a arrecadação de impostos com incorporação imobiliária e atividades relacionadas foi de 157,4 bilhões de reais entre 2010 e 2017, o equivalente a uma media de 19,7 bilhões de reais por ano. O auge também foi observado em 2014, quando o setor arrecadou 25,1 bilhões de reais.

Recuperação e distratos

O presidente Abrainc, Luiz Antonio França, disse no mesmo evento que a retomada da economia já pode ser percebida nos indicadores industriais e que as atividades de incorporação imobiliária e as reformas são cruciais para o Brasil sair da recessão.

“O governo está ciente dos problemas enfrentados e busca reduzir os custos… A reforma da previdência é o próximo marco dessa fase”, afirmou França durante o lançamento da campanha “Do mesmo lado”, na qual a entidade se posiciona “ao lado do crescimento do país”.

Ele disse, contudo, que as incorporadores e investidores do setor imobiliário precisam da regulamentação dos distratos para se sentirem seguros em aplicar dinheiro nos empreendimentos. “A regra trará recursos e segurança para os investimentos no setor”, disse França.

Fonte: Exame.com
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